Foi destas formas que Martin Kemp disse serem insignificantes. O mesmo que também disse o francês Jean-Claude Bonne de todos os entrelaçados e entrecruzados... Porém, apesar das informações erróneas desses dois autores (um inglês, o outro francês) a referida iconografia foi altamente significante, como tivemos a sorte dos apercebermos ao estudar Monserrate. Hoje (nós) podemos dizer que desde a questão do Filioque na cultura visigótica, as formas abstractas adquiriram o maior valor.